Conexão Dieta-Tipo Sanguíneo
A conexão dieta-tipo sanguíneo é um conceito novo para a maioria das pessoas, mas muitas delas acabam descobrindo a resposta para algumas de suas perguntas mais surpreendentes. Há muito tempo percebemos que faltava um elo em nossa compreensão do processo que leva ao caminho da saúde ou da doença. Era preciso haver um motivo para a existência de tantos paradoxos nos estudos sobre alimentação e s obrevivência a doenças. A análise dos tipos sanguíneos nos ofereceu um caminho para explicar esses paradoxos. Os tipos sanguíneos são tão fundamentais quanto à própria criação. Na lógica da natureza, os quatro tipos sanguíneos seguem um caminho direto desde o primeiro momento da criação humana aos dias de hoje. Eles são as assinaturas de nossos ancestrais no indestrutível pergaminho da história. O gene do Tipo A surgiu em um momento da história em que os seres humanos estavam evoluindo de caçadores-coletores para agricultores, assentando-se em comunidades agrárias mais permanentes. O gene do Tipo A permitiu que seus ancestrais sobrevivessem e prosperassem com uma dieta baseada em vegetais. Surpreendentemente, hoje, no incício do século XXI, seus sistemas imunológico e digestivo ainda mantém uma predisposição para os alimentos ingeridos por seus ancestrais do Tipo A. Seu tipo sanguíneo é essencial para o sistema imunológico de seu organismo e, como tal, é o fator que define o perfil de sua saúde. O antígeno de seu tipo sanguíneo funciona como guardião, criando anticorpos para afastar perigosos intrusos. Quando um anticorpo encontra o antígeno de um invasor microbiano, ocorre uma reação chamada “aglutinação”. O anticorpo se prende ao antígeno viral, tornando-o muito pegajoso. Quando células, vírus, parasitas e bactérias são aglutinados, eles grudam uns nos outros e se aglomeram, facilitando assim sua remoção. Mas há muito mais na história da aglutinação. Os cientistas descobriam que muitos alimentos aglutinam as células de certos tipos sanguíneos, mas não de outros, o que significa que um alimento que pode ser prejudicial às células de um tipo sanguíneo pode ser benéfico para as células do outro. Ocorre uma reação química entre seu sangue e os alimentos que você ingere. Essa reação faz parte de sua herança genética. Sabemos disso por causa de um fator chamado “lectinas”. As lectinas, ptroteínas abundantes e variadas, encontradas nos alimentos, possuem propriedades de aglutinação que afetam o sangue. As lectinas são uma maneira poderosa de organismos da natureza se prenderem a outros organismos da natureza. Muitas vezes, as lectinas utilizadas pelos vírus ou bactérias podem ser específicas para um tipo sanguíneo. Além disso, quando você ingere um alimento contendo lectinas de proteínas incompatíveis com o antígeno de seu tipo sanguíneo, as lectinas tentam atingir um órgão ou um sistema do organismo ( rins, fígado, cérebro, estômago, etc) e começam a aglutinar as células sanguíneas nessa região. Por exemplo, uma lectina no feijão-manteiga realiza uma reação cruzada com o sangue do Tipo A, visando às enzimas digestivas e interferindo na produção de insulina. A Dieta do Tipo A é uma maneira de restaurar as funções protetoras naturais do sistema imunológico, reajustar seu relógio metabólico e livrar seu sangue das perigosas lectinas aglutinadoras. Dependendo da gravidade da doença e do nível de adesão ao plano alimentar, a dieta pode beneficiar a todos
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